Eles estão em São Paulo/SP e os interessados em adotar com muito carinho um ou mais filhotinhos, devem entrar em contato com a Danielle através do email danielle.cm@gmail.com
Veja foto de dois deles, mega lindos:
“Marley e eu” mostra toda a história da convivência de um cão dentro de um lar – desde ‘bebê’ – sendo ao mesmo tempo divertido e emocionante. O único problema é que o filme - que tenta passar a importância do verdadeiro amor que o cachorro tem pelo ser humano, sem se importar com dinheiro, beleza, status - erra logo no início quando os atores compram o cachorro Marley e ainda o chamam de ‘cão de liquidação’. Seria genial se o filme incentivasse a adoção, já que bicho não é objeto pra ter preço de venda. Quem prefere ler, existe o livro “Marley e eu”.
“Perdido pra cachorro” mostra um mercado que cada vez mais cresce voltado ao mundo animal, que inclui roupas, spa, brinquedos, perfumes, acessórios, etc. E o legal é que mostra a realidade de cachorros tratados por pessoas ricas, alguns abandonados e outros nem tão bem financeiramente. A chihuahua patricinha Chloe é super paparicada por sua dona – uma modelo riquérrima chamada Vivi estrelada por Jamie Lee Curtis ("True Lies", "Paixão Assassina" "Kid & I, The", "Halloween - Ressurreição"). Não chega ser uma história genial e muito menos algo novo, pois a sétima arte há décadas apresenta animais que falam, sendo tudo muito engraçadinho. Mas é inegável a perfeição dos efeitos especiais chegando muito próximos ao real e toda a produção envolvida, ainda mais por causa do trabalhão que deve ter dado administrar mais de duzentos cães no elenco.
“Um Hotel bom pra cachorro” pode ser comparado com a história de muita gente - na vida real - que ama os animais e começa a resgatar todos para cuidar, mas as autoridades e a população em vez de apoiar, reclamam do cheiro ou do barulho, julgam e preferem que até as carrocinhas levem embora e matem os animais. É uma história divertida, algumas vezes surreal, mas não deixa de mostrar o verdadeiro amor que os bichinhos nos despertam, além de momentos de alegria. É emocionante num trecho quando o delegado da cidade tenta defender as crianças - que resgatam os cães para um hotel abandonado – apresentando o perfil de cada bichinho e entre eles estava um cão sem uma perna. Pois é, ninguém queria mais ele, já que era deficiente físico. Esse filme é maravilhoso para conscientizar todos os seres humanos sobre a importância da adoção de animais!
No Rio Grande do Sul, um grupo de amigos resolveu fotografar os cães e gatos que eles encontravam pelas ruas. A idéia da exposição, que está em Canelas (RS) até o dia 9 de agosto com entrada franca, é passar por várias regiões do Brasil e fazer parcerias em benefício de instituições de animais. Uma ONG também está sendo criada para beneficiar os animais.
No site oficial da exposição Bicho de Rua, você pode encontrar informações sobre um projeto de esterilização, saúde, cuidados e mais informações sobre a mostra.
Bicho de RuaMais uma maneira de incentivar a posse responsável de animais.
Para mais informações acesse o site oficial da mostra: http://www.mostrabichoderua.com.br/
Serviço:
BICHO DE RUA
Onde: Empório Canela - Rua Felisberto Soares, 258 - Canela, Rio Grande do Sul
Quando: de 11 de julho a 9 de agosto
Quanto: entrada gratuita
Informações: no telefone (54) 3031-1000



Ozzy e Little Bit

Toda sexta-feira e sábado das 10h00 às 16h00
Av. Brasilia, 40 - JD. Progresso - Santo André - SP
Cel: 9178-3273 falar com Jeci
E como não podia faltar, o video da campanha Adotar É Tudo De Bom da Pedigree: http://www.youtube.com/watch?v=3EgmcgE4wVs
No Museu de História Natural, em Bern, você pode encontrar o corpo embalsamado do São Bernardo mais famoso do mundo, o Barry, que nasceu em 1800 e ficou famoso por salvar 40 pessoas em perigo na neve dos alpes. A história de salvamento mais famosa do Barry é a do menino que estava inconsciente por causa do frio e preso na neve onde os monges não conseguiam chegar. Então, Barry escalou a montanha, encontrou o menino e lambeu seu rosto até ele acordar e o carregou nas costas até o albergue onde os monges puderam prestar socorro ao garoto. Esse é o grande herói Barry, que morreu em 1814, de velhice:
Ao contrário do Brasil, lá não existem cães abandonados nas ruas. Todos os cidadãos que possuem cães, andam com os mesmos em coleiras por todo o país, inclusive no transporte público. Isso mesmo, os cães na Suiça são muito bem vindos nos trens, ônibus, trams (os bondinhos de lá), restaurantes e lojas, com excessão de lojas de alimentos. Pra isso, basta estar com o seu amigo na coleira.
Placa na estação de Lausanne dizendo que os cães são permitidos com coleira.
A primeira vez que vi uma garota entrando no tram com o seu cãozinho na coleira fiquei positivamente espantada e comecei a perguntar a respeito. Então descobri que os cães pagam meia passagem no transporte público com um bilhete chamado hundeabounament!
Eu (PB) Nos parques e áreas verdes você encontra lixeiras praticamente a cada 10 metros e todas elas possuem cinzeiros na parte de cima (porque eles também respeitam os fumantes) e saquinhos na parte de baixo. Sao os famosos robidogs! Esses saquinhos tem carinhas de cães desenhadas e servem para os cidadãos recolherem as nescessidades de seus cães e colocarem no lixo. Vem até com instruções de uso.
Robidog em Zürich
Todos os cães tem que ser registrados e ganham uma identificação, o que facilita a procura em caso de perda, e todos os proprietários de cães devem pagar uma taxa anual de 100 francos suiços pra terem seus cães. A vacinação é obrigatória e custa entre 20 e 30 francos suiços. E não pense você que eles só tem cães de raça! Os vira-latas são a grande maioria entre os donos de cães por lá (pelo menos até onde eu vi).
Existem moradores de rua na Suiça também, e os punks que são praticamente moradores de rua. Nesse caso o governo paga uma ajuda de custo para essas pessoas se manterem e caso elas tenham um cão, o governo paga uma quantia a mais para alimentação do dog!
Existem banheiros pra cachorro, como este no Lake Thun:
Todos esses fatores políticos agregados a educação da população, fazem com que os cães tenham uma vida digna e que seus donos sejam responsáveis e não os abandonem! Políticas que se forem adotadas por aqui como pagamento de taxa anual para ter um cão e registro obrigatório, fariam com que os donos irresponsáveis brasileiros pensassem duas vezes antes de adotar um amigo cão.
Cachorro não é brinquedo. Pense muito bem antes de adotar um pois serão pelo menos 14 anos de dedicação, amor, carinho e responsabilidade!
(PB)