segunda-feira, 27 de julho de 2009

FILHOTES PARA ADOÇÃO - SP

A nossa amiga Danielle Campos nos avisou que dois colegas de trabalho estão com oito (08) filhotes vira latas com pastor alemão, com um mês de vida e ainda não vacinados.

Eles estão em São Paulo/SP e os interessados em adotar com muito carinho um ou mais filhotinhos, devem entrar em contato com a Danielle através do email danielle.cm@gmail.com

Veja foto de dois deles, mega lindos:

quarta-feira, 22 de julho de 2009

OS CACHORROS INVADEM AS TELAS

Nesse finalzinho de férias escolares e de alguns trabalhadores, ainda há tempo para todos se esbaldarem com cachorrinhos em filmes que já estão nas locadoras: “Marley e eu”, “Perdido pra cachorro” e “Um Hotel bom pra cachorro”.

“Marley e eu” mostra toda a história da convivência de um cão dentro de um lar – desde ‘bebê’ – sendo ao mesmo tempo divertido e emocionante. O único problema é que o filme - que tenta passar a importância do verdadeiro amor que o cachorro tem pelo ser humano, sem se importar com dinheiro, beleza, status - erra logo no início quando os atores compram o cachorro Marley e ainda o chamam de ‘cão de liquidação’. Seria genial se o filme incentivasse a adoção, já que bicho não é objeto pra ter preço de venda. Quem prefere ler, existe o livro “Marley e eu”.
Confira o trailer:


“Perdido pra cachorro” mostra um mercado que cada vez mais cresce voltado ao mundo animal, que inclui roupas, spa, brinquedos, perfumes, acessórios, etc. E o legal é que mostra a realidade de cachorros tratados por pessoas ricas, alguns abandonados e outros nem tão bem financeiramente. A chihuahua patricinha Chloe é super paparicada por sua dona – uma modelo riquérrima chamada Vivi estrelada por Jamie Lee Curtis ("True Lies", "Paixão Assassina" "Kid & I, The", "Halloween - Ressurreição"). Não chega ser uma história genial e muito menos algo novo, pois a sétima arte há décadas apresenta animais que falam, sendo tudo muito engraçadinho. Mas é inegável a perfeição dos efeitos especiais chegando muito próximos ao real e toda a produção envolvida, ainda mais por causa do trabalhão que deve ter dado administrar mais de duzentos cães no elenco.
Veja o trailer:


“Um Hotel bom pra cachorro” pode ser comparado com a história de muita gente - na vida real - que ama os animais e começa a resgatar todos para cuidar, mas as autoridades e a população em vez de apoiar, reclamam do cheiro ou do barulho, julgam e preferem que até as carrocinhas levem embora e matem os animais. É uma história divertida, algumas vezes surreal, mas não deixa de mostrar o verdadeiro amor que os bichinhos nos despertam, além de momentos de alegria. É emocionante num trecho quando o delegado da cidade tenta defender as crianças - que resgatam os cães para um hotel abandonado – apresentando o perfil de cada bichinho e entre eles estava um cão sem uma perna. Pois é, ninguém queria mais ele, já que era deficiente físico. Esse filme é maravilhoso para conscientizar todos os seres humanos sobre a importância da adoção de animais!
Veja o trailer:


Corra pra locadora, faça sua pipoquinha, se esparrame no sofá, pois esses filmes são imperdíveis!

por: Gisele Santos

Bicho de Rua - Mostra fotográfica em benefício de instituições de animais.

Uma das fotos da mostra Bicho de Rua


No Rio Grande do Sul, um grupo de amigos resolveu fotografar os cães e gatos que eles encontravam pelas ruas. A idéia da exposição, que está em Canelas (RS) até o dia 9 de agosto com entrada franca, é passar por várias regiões do Brasil e fazer parcerias em benefício de instituições de animais. Uma ONG também está sendo criada para beneficiar os animais.

No site oficial da exposição Bicho de Rua, você pode encontrar informações sobre um projeto de esterilização, saúde, cuidados e mais informações sobre a mostra.

Bicho de Rua

Mais uma maneira de incentivar a posse responsável de animais.

Para mais informações acesse o site oficial da mostra: http://www.mostrabichoderua.com.br/

Serviço:

BICHO DE RUA

Onde: Empório Canela - Rua Felisberto Soares, 258 - Canela, Rio Grande do Sul
Quando: de 11 de julho a 9 de agosto
Quanto: entrada gratuita
Informações: no telefone (54) 3031-1000

Adote a Belinha!



Esta é a Belinha!!
Foi abandonada mas deu sorte de ser recolhida pela Tia Leila, que possui um abrigo para cães abandonados.

A Belinha está vermifugada, vacinada e castrada. Ela precisa de um lar onde receba muito amor e carinho.


Para adotar a Belinha é só entrar em contato com a Leila através do e-mail: lcgazola@hotmail.com
Boa sorte, Belinha =)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Sex Doll para cães!


Isso mesmo, é uma "boneca inflável" para cães!

Todo mundo que já teve ou tem um cão macho que ficou tentando cruzar com a perna das visitas, sabe muito bem a utilidade desse brinquedo!

Você nunca mais vai passar vergonha na frente da familia e dos amigos! Pelo menos até chegar em terras tupiniquins...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

CACHORRINHA FAVORITA DE OZZY FOI DEVORADA POR UM COIOTE!

Ozzy e Little Bit

Ozzy Osbourne e sua esposa Sharon Osbourne são os maiores "pais" de cães de Los Angeles. Atualmente eles possuem 18 cães, a maioria deles recolhidos de abrigos para cães abandonados ou das ruas mesmo. Ponto positivo para os Osbourne's.
Dentre os 18 cães da familia Osbourne, Ozzy tem a sua favorita a Lulu da Pomerânea chamada Little Bit, que ele carregava pra todo canto com ele. Porém no último dia 8 de julho a pobre Little Bit foi atacada e devorada por um coiote, dentro de sua mansão em LA. O casal Sharon e Ozzy assistia a cerimônia de despedida ao Rei do Pop, Michael Jackson, e não ouviu os gritos da cachorrinha que estava sendo atacada pelo coiote =(
A filha de Ozzy, Kelly Osbourne, divulgou em sua página no Twitter que seu pai está devastado (como qualquer um de nós estaria) pela perda de Little Bit. Ela disse que a cachorrinha era a segunda esposa de Ozzy.
Casos de ataques de animais selvagens nos Estados Unidos são comuns. Ursos e coiotes acabam invadindo casas pra revirar o lixo em busca de comida ou até mesmo se alimentar de animais domésticos e em casos raros de seres humanos.
As autoridades de Los Angeles acabaram fazendo um aviso à população para ficarem atentos aos animais domésticos nessa época do ano, alegando que os animais selvagens são oportunistas e aproveitam a distração dos humanos para caçar.
Bem, é a lei da natureza. O coiote só precisava se alimentar e encontrou uma presa fácil, por mais triste e doloroso que isso possa ser.
O que não deixa de ser culpa do ser humano. Caça predatória, desmatamento, urbanização, poluição, etc. Isso causa desequilíbrio no habitat natural desses animais e as presas migram ou morrem. Sem presa os animais partem para o lixo urbano, animais domésticos e seres humanos. É só a resposta da natureza aos maus tratos dados à ela pelo homem.
Mesmo assim, todos nós do Divulga Cão sentimos muito pela perda da Little Bit. Nossos sinceros sentimentos ao Principe das Trevas (que tá mais pra rei dos cães).
Farewell Little Bit!

domingo, 12 de julho de 2009

SALVANDO UM VIRA-LATA!

Este ano minha cadelinha de 14 anos, a Lassie, adoeceu. Aos 11 ela havia feito uma cirurgia pra retirada de uma pedra na bexiga que acabou a deixando sequelas pro futuro. Uma insuficiência renal foi constatada no inicio do ano quando eu percebi que a Lassie andava tomando água demais.
Apesar da idade, meu bebê continuava brincalhona e bastante ativa para o perfil preguiçoso que ela tinha desde filhote.

Lassie e seu chapéu
Porém, devido à idade, não foi possível fazer uma hemodiálise, o que judiaria demais dela e provavelmente ela não sobreviveria ao pesado tratamento. Portanto, a veterinária e eu fomos medicando e torcendo pra natureza reverter a situação mesmo sabendo que seria impossível.
As semanas foram passsando e o quadro foi piorando. A Lassie e eu passamos a visitar o consultório veterinário todos os dias pra tomar soro e medicação na veia. Após uma semana de tratamento ela deu uma reagida e voltou a se alimentar mas continuava andando com difuculdade devido a artrose, ao mau funcionamento dos rins e claro, a idade. Um cão de 14 anos equivale a um ser humano de 98. E como o porte dela era médio/grande o tempo de vida costuma ser mais curto que dos cães menores.

Lassie fazendo o seu irmão Gaton de travesseiro

Ficamos muito felizes com a melhora da Lassie, a veterinária e eu! Mas a nossa alegria não durou muito. Após 3 dias da melhora, quando ela já estava tomando o medicamento via oral com carninha, ela começou a recusar tudo o que eu lhe oferecia pra comer. Andar ficou cada vez mais difícil e ela mal conseguia chegar até a cozinha sem cair ou sem a minha ajuda pra chegar onde ela queria. Isso me cortava o coração cada vez que ela lutava pra dar um passo e se equilibrar nas patas trazeiras que já não respondiam mais como deveriam. Mas eu via nos olhos dela que ela não queria desistir tão facilmente. E continuamos a medicação por mais 3 dias, até que a veterinária me deu a pior notícia que eu poderia receber naquele momento: A Lassie não melhoraria mais. Nesse ponto o quadro dela estava piorando a cada dia, ela já não andava mais e só tomava água de colherzinha na boca.
Incrível foi notar nos olhos dela que ela não queria mais lutar, até no pior momento de sua vida a Lassie foi fiel aos meus sentimentos e me disse que queria partir, exatamente como eu já havia pedido pra ela ha tempos, desde a primeira vez que ela ficou doente.

Na hora que recebemos uma noticia como essa, a primeira reação é chorar e pensar em todos os momentos felizes que passamos ao lado do nosso melhor amigo(a) e pensar se essa é a decisão certa a ser tomada, se não estamos brincando de Deus, se temos o direito de dar a tal da injeção e tantas outras dúvidas. Comigo não foi diferente. Pedi pra veterinária pra passar o final de semana com ela em casa e rezar pra Deus levá-la naturalmente sem eu ter que aplicar a injeção. Mas de qualquer maneira, eu não queria que a minha melhor amiga ficasse sofrendo, morimbunda sem ao menos poder fazer uma das coisas que ela mais amava na vida, comer! Eu também não me alimentava. Me sentia mal em comer sabendo que ela estava lá sentindo o cheiro e toda vez que eu oferecia algo ela virava o rosto.
Portanto, pedi para a veterinária vir até a minha casa na segunda feira no final da tarde. Era o mínimo que eu podia fazer nos últimos momentos de vida da minha melhor amiga, companheira e protetora, ja que ela odiava ir ao veterinário, essa não seria a última coisa que ela faria na vida.

No nosso último dia juntas, tentei me lembrar das coisas que ela mais gostava que eu dissesse pra ela, dos lugares que gostava de deitar no quintal...Então eu a peguei no colo e fomos nos deitar no seu cantinho favorito do quintal, onde ela costumava tomar seu banho de sol diário. Com ela no meu colo, comecei a me lembrar de 14 anos atrás, quando eu era uma adolescente e ela era um filhote e passávamos as tardes assim, sentadas no sol. Ela dormindo no meu colo e eu acariciando a sua barriga. Me lembrava de momentos memoráveis, como a vez que estávamos no quintal da casa da minha amiga e não queríamos que ela fizésse xixi no chão pra não termos que limpar. Inacreditavelmente, a Lassie com 2 meses, foi direto ao ralo e fez xixi lá não deixando uma gota pra fora. Na hora nós 3 festejamos muito a astúcia dela e dissemos: "Pena que ela nunca mais vai fazer isso na vida". E realmente ela nunca mais fez isso mesmo.

Nessa manhã, o sol estava lindo. A Lassie estava deitada no meu colo com uma cara de satisfação ímpar ao sentir os raios de sol no seu rosto e no seu corpo que já estava com a temperatura abaixo do normal. Comecei a cantar pra ela uma música da Vera Lynn, na versão do Johnny Cash chamada We Will Meet Again com a voz trêmula por causa do choro entalado na garganta mas as lágrimas desciam pelo meu rosto em uma mistura de nostalgia e dor.

Nós sabemos que os cães não duram pra sempre e que o tempo médio de vida de um cão é de 10 a 15 anos. Mas quando chega o momento de nos separarmos deles é quase como se estivéssemos nos separando do nosso braço direito.

Lassie 3 semanas antes de sua partida

A Lassie se foi numa segunda feira ensolarada, no dia 11 de maio de 2009. 10 dias antes do meu aniversário. Exatamente na mesma data em que eu a vi pela primeira vez com os seus lindos irmãozinhos em 1995 e a trouxe pra casa sabendo que fomos feitas uma pra outra.

Antes da partida da Lassie eu estava tentando me preparar psicologicamente pra aguentar a barra, li alguns livros sobre cães o que acabou me ajudando melhor a entender o momento da partida da Lassie. Porém, logo depois disso eu li um livro muito emocionante e percebi que todos nós passamos exatamente pelas mesmas dúvidas quando chega esse momento tão dificil.

Por isso resolvi escrever esse post. A minha identificação com o escritor do livro acabou indo além do amor pelos cães. Assim como eu, Mark R. Levin, o autor do livro, também é radialista. E a história do Sprite, o belo vira-lata protagonista deste livro é de emocionar. Além do livro incentivar a adoção de cães abandonados!

Portanto segue a dica:

E toda vez que ouço Johnny Cash cantando We'll Meet Again eu me emociono lembrando da Lassie, que agora está lá, no céu toda feliz, correndo rebaixadinha com cara de doida, abanando o rabo e brincando com tantos outros amiguinhos caninos que também se foram. Vou sempre me lembrar dela como a minha melhor amiga, companheira e protetora. O verdadeiro grande amor da minha vida!

Pra você ouvir a música, caso não conheça:

http://www.youtube.com/watch?v=nW_hfURy1Yk

We'll meet again
Don´t know where
Don´t know when
But I know we'll meet again
Some sunny day
Keep smiling through just like you always do
Till the blue sky drives the dark clouds far away

And would you please say hello to all the folks that I know
And tell them that I won´t be long
They will be happy to know
That as you saw me go
I was singing this song

We'll meet again
Don´t know where
Don´t know when
But I know we will meet again
Some sunny day

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Feira de adoção de animais em Santo André

Como muitos dos apaixonados por cães e gatos devem saber, a Pedigree tem uma campanha muito bacana chamada: Adotar é tudo de bom! Comprando produtos da marca Pedigree, você contribui com abrigos que cuidam de animais e incentivam a adoção.




E com tantos amiguinhos precisando de um lar, a Agente de Proteção Animal , Jeci , decidiu criar a feira de adoção de animais que rola toda sexta e sábado em Santo André!
Basta entrar em contato e visitar o abrigo para ser escolhido como melhor amigo de um dos tantos cãezinhos que procuram um lar! Vale a pena conferir.

Toda sexta-feira e sábado das 10h00 às 16h00

Av. Brasilia, 40 - JD. Progresso - Santo André - SP

Cel: 9178-3273 falar com Jeci

E como não podia faltar, o video da campanha Adotar É Tudo De Bom da Pedigree: http://www.youtube.com/watch?v=3EgmcgE4wVs

sábado, 4 de julho de 2009

VIDA CANINA DIGNA! EXEMPLO A SER TOMADO

Nessas férias fui fazer uma visita ao país dos alpes, a Suiça. Além de toda beleza arquitetônica e natural de lá (e dos chocolates), o que mais me encantou foi o respeito que os suiços tem pelos cães, além de terem como símbolo nacional o São Bernardo, famoso por resgates nos alpes, que está presente em inúmeros cartões postais do país.

No Museu de História Natural, em Bern, você pode encontrar o corpo embalsamado do São Bernardo mais famoso do mundo, o Barry, que nasceu em 1800 e ficou famoso por salvar 40 pessoas em perigo na neve dos alpes. A história de salvamento mais famosa do Barry é a do menino que estava inconsciente por causa do frio e preso na neve onde os monges não conseguiam chegar. Então, Barry escalou a montanha, encontrou o menino e lambeu seu rosto até ele acordar e o carregou nas costas até o albergue onde os monges puderam prestar socorro ao garoto. Esse é o grande herói Barry, que morreu em 1814, de velhice:

Ao contrário do Brasil, lá não existem cães abandonados nas ruas. Todos os cidadãos que possuem cães, andam com os mesmos em coleiras por todo o país, inclusive no transporte público. Isso mesmo, os cães na Suiça são muito bem vindos nos trens, ônibus, trams (os bondinhos de lá), restaurantes e lojas, com excessão de lojas de alimentos. Pra isso, basta estar com o seu amigo na coleira.

Placa na estação de Lausanne dizendo que os cães são permitidos com coleira.

A primeira vez que vi uma garota entrando no tram com o seu cãozinho na coleira fiquei positivamente espantada e comecei a perguntar a respeito. Então descobri que os cães pagam meia passagem no transporte público com um bilhete chamado hundeabounament!

Kyburg, uma vila de camponeses no topo da montanha em Zürich, abriga um castelo medieval de mesmo nome que se transformou em museu. No caminho me deparei com um monumento esculpido em madeira em homenagem aos animais de estimação. Muito fofo!! Pena que não deu pra perguntar pro dono da casa mais informações sobre a escultura...Não tinha ninguém em casa =(Eu (PB)

Nos parques e áreas verdes você encontra lixeiras praticamente a cada 10 metros e todas elas possuem cinzeiros na parte de cima (porque eles também respeitam os fumantes) e saquinhos na parte de baixo. Sao os famosos robidogs! Esses saquinhos tem carinhas de cães desenhadas e servem para os cidadãos recolherem as nescessidades de seus cães e colocarem no lixo. Vem até com instruções de uso.

Robidog em Zürich

Todos os cães tem que ser registrados e ganham uma identificação, o que facilita a procura em caso de perda, e todos os proprietários de cães devem pagar uma taxa anual de 100 francos suiços pra terem seus cães. A vacinação é obrigatória e custa entre 20 e 30 francos suiços. E não pense você que eles só tem cães de raça! Os vira-latas são a grande maioria entre os donos de cães por lá (pelo menos até onde eu vi).

Existem moradores de rua na Suiça também, e os punks que são praticamente moradores de rua. Nesse caso o governo paga uma ajuda de custo para essas pessoas se manterem e caso elas tenham um cão, o governo paga uma quantia a mais para alimentação do dog!

Existem banheiros pra cachorro, como este no Lake Thun:

Todos esses fatores políticos agregados a educação da população, fazem com que os cães tenham uma vida digna e que seus donos sejam responsáveis e não os abandonem! Políticas que se forem adotadas por aqui como pagamento de taxa anual para ter um cão e registro obrigatório, fariam com que os donos irresponsáveis brasileiros pensassem duas vezes antes de adotar um amigo cão.

Cachorro não é brinquedo. Pense muito bem antes de adotar um pois serão pelo menos 14 anos de dedicação, amor, carinho e responsabilidade!

(PB)